O artigo aborda,  a partir da trajetória de Rômulo Gonçalves, então Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção de Goiás, o período da ditadura militar brasileira (1964-1985), com enfoque na realidade do Estado de Goiás, que foi a única unidade da federação em que houve intervenção militar. A ditadura implantada no País foi implacável com o Governo  Mauro Borges, que revolucionou a administração pública e tinha apoio popular.  Quando o Supremo Tribunal Federal acatou o habeas corpus impetrado por Sobral Pinto e José Crispim Borges – este Procurador Geral do Estado – em 23 de novembro de 1964, trancando  inquérito policial/militar contra  o Governador de Goiás (que estava ameaçado de prisão) fechou-se o círculo para a destituição de Mauro Borges. Transcreve-se no artigo a nota do Marechal Castelo Branco, que, a proposito de declarar que respeitaria a decisão da Suprema Corte, solta verdadeiro anátema contra o Governador de Goiás e seus auxiliares. 

Com a finalidade de resgatar memória e verdade e destacar a importância da resistência a toda forma de autoritarismo e arbítrio estatal, relata-se  a violência e as perseguições perpetradas contra estudantes  e os argumentos, muitas vezes apaixonados, pelo qual Rômulo Gonçalves, em habeas corpus, lutava pela defesa desses jovens, com um desassombro iluminado. 

O artigo completo está disponível no Acervo Pessoal do Dr.  Rômulo Gonçalves e pode ser acessado aqui.