Artigo publicado no Jornal de Notícias (GO) em 25/12/1956.

“O negro já se não amoldará à vontade soberana do branco, tão afeiçoado a escravizar povos indefesos. O colonialismo apaga-se nos horizontes carregados dos conflitos, enquanto o anseio de maioridade política, como tendência natural da dignidade humana, entumece e arrebata as inteligências de povos subjugados. … … Com efeito o continente negro levanta a sua juba, qual leão malferido. A ninguém é lícito pisar a dignidade de um povo, sem chamar sobre si a responsabilidade de reparação.”