Artigo publicado no Jornal de Notícias (GO) em 20/07/1958.

“Se o mestre não se observa e desconhece as reações de seu processo de pensar, se se esquisita no estudo mecânico e isolado de sua cadeira, sem percepção da vida numa visão total e equilibrada, naturalmente não conseguirá jamais acordar no aluno aquele viver criador, que é trema sensibilidade e profunda inteligência. Para isso é preciso amor. Mas, em lugar dele, preferimos a disciplina, que coage, que mutila e que nos dá deleitosa sensação de superioridade.”